terça-feira, 8 de setembro de 2020

Porque existem os guardiões do Crivella?


Todos ficaram chocados com um monte de brucutus em frente dos hospitais da rede municipal de hospitais cariocas impedindo que repórteres da Globo fizessem reportagem sobre o caos da falta de atendimento decente. 
Porém quem vive nos municípios da Baixada Fluminense e interior do Rio sofrem com a falta de democracia que alguns  funcionários da prefeitura contratado sem concurso público fazem com quem denuncia o seu prefeito.
 Vai desde bate bocas com ápice de pancadaria até  opositores sendo ameaçados de morte. Ou simplesmente quando quem se opõe é brutalmente assassinado.
No caso da cidade maravilhosa,os prefeitos anteriores não executavam tal prática porque tinham desde a imprensa a população na mão. 
Crivella desde o início do governo sempre foi colocado em cheque pela sua capacidade de administrar. E infelizmente a imprensa global e oposição acertaram na mosca ao previrem que o governo do bispo da Empresa Universal seria uma merda em todos os sentidos. Até a imprensa de outros países se chocaram com um prefeito tão incompetente.
Não seria surpresa um ex líder de uma empresa evangélica onde seus clientes nunca constetam o teor do serviço (o uso de Deus como ser punitivo) empregar pessoas para ofenderem a imprensa e ainda ameaçarem quem é contra  ele.
Mais o que dá brecha para que ex bispo da Empresa Universal e prefeitos da Baixada recrutem tais empregados para serem seus soldados é a falta de fiscalização judicial e legislativa contra tais atos.
Se existe uma denúncia contra prefeito com pedido de impeachment, o legislativo que decide se há deposição. E se o mandatário tem a maioria, a denúncia e o pedido de impeachment não vão em frente.
E a justiça é burocrática. Um jogo político onde um processo pode demorar de dias a anos podem fazer que o chefe do executivo acusado ou acusada possa se livrar.
Outro problema é a grande quantidade de vagas sem concurso no funcionalismo público. Essa brecha dá liberdade para pessoas como Crivella e prefeitos da Baixada Fluminense contratarem pessoas para serem seus aliados eleitorais.
Deveria se haver um grande corte de vagas sem concurso público para que políticos não façam dos cargos uma base política.
Num país sério, as provas flagrantes contra o prefeito fariam ele renunciar ou ir para cadeia juntos com os envolvidos do esquema de opressão a imprensa.
Mas aqui é um país na qual a coisa pública virou um privado para grupos políticos desfrutarem dele como se fosse um banquete.

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