A universidade pública para o jornal O Globo é para quem pode pagar,ou seja,os ricos e que a gratuidade da universidade gera prejuízos ao estado.Uma clara defesa de intervenção miníma do estado na educação.
Num Brasil que vive com falta de mão de obra qualificada onde vagas de emprego fica em disponibilidade por um bom tempo por falta de mão de obra qualificada e a falta de escolas que preparem o discente para o mercado de trabalho, é impossivél um sistema de ensino superior pago.
O texto do Globo entra em várias contradições como de falar que a universidade pública é mais frequentada por pessoas que podem pagar,sendo assim injusto. Se o escritor desse editorial parasse para pensar que há causa de ter poucas pessoas pobres na universidade é por ter poucas universidades no país e o ensino fundamental e médio,oferecido para pessoas de baixa renda não é de qualidade,escreveria um texto totalmente diferente. Poderia defender uma revolução no sistema de ensino que alunos de diferentes classes sociais disputasse igualmente as vagas ou criação de novas universidades e faculdades em vez do estado pagar a universidades particulares, vagas para que dê vagas para população carente no PROUNI.

Na verdade os donos desse jornal está cada vez com medo de ter aumento de cabeças pensantes e de pessoas que questionam o conteúdo do conteúdo desse jornal e também com a queda de leitores de jornais impressos. Era mais barato quando tinha leitores achava que as informações de seu jornal eram únicas e grandes furos e que o Globinho era a única fonte para os pais ajudarem seus filhos no dever do colégio.
Porém hoje existe as redes sociais e o Google para praticar a dialética.
Que o Brasil siga o exemplo de Cuba,onde o ensino é de qualidade e todos tem acesso gratuito a universidade pública.
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